2026 começa agora e será o ano em que emoção e estratégia andam juntas
Por Tati Wong
Introdução
Planejar 2026 vai muito além de seguir tendências. É sobre entender de pessoas. Segundo a McKinsey, mais de 70% das decisões de compra são movidas pela emoção. Isso explica por que as marcas que conseguem conectar propósito e estratégia estão conquistando espaço real no coração e na mente dos consumidores.
Mas o que essa virada significa na prática? Como emoção e performance se unem para criar resultados duradouros? E quais marcas já estão mostrando o caminho?
Coca-Cola: emoção como estratégia de marca
A Coca-Cola não vende apenas refrigerante. Ela vende pertencimento. Suas campanhas de fim de ano seguem como referência global porque sabem unir promoção, história bem contada e conexão emocional.
Não é sobre brindar. É sobre o que esse brinde faz sentir.
Você já se perguntou por que essas campanhas são lembradas ano após ano? Porque elas se baseiam em sentimentos universais como alegria, união e nostalgia, transformando o ato de consumir em uma experiência afetiva.
Lição que fica: emoção não é detalhe criativo, é motor de lembrança e fidelização.
Red Bull: quando incentivo vira cultura
A Red Bull não apenas patrocina atletas e criadores. Ela cria comunidade. Cada programa de incentivo é pensado como uma extensão do estilo de vida que a marca defende.
Você reconhece um atleta Red Bull antes mesmo de ver o logo? Isso acontece porque o incentivo ali não é transacional, é cultural.
Ponto de reflexão:
- O que sua marca faz para transformar incentivo em pertencimento?
- Seus programas criam comunidade ou apenas distribuem prêmios?
Red Bull mostra que recompensar é contar histórias e celebrar atitudes que reforçam o propósito da marca.
P&G, Unilever e Ambev: confiança como vantagem competitiva
Empresas como P&G, Unilever e Ambev vêm fortalecendo seus programas de loyalty e benefícios porque entenderam o essencial: as pessoas querem marcas que cuidam, que são transparentes e que valorizam jornadas, não apenas números.
Segundo a Deloitte, 72% dos líderes de marketing já priorizam segurança e ética de dados ao escolher parceiros.
Você confia facilmente em uma marca que não protege suas informações? O consumidor também não. Transparência virou parte da experiência.
Essas empresas mostram que o cuidado é o novo diferencial competitivo.
Incentivo com propósito: o poder da experiência
O IRF (Incentive Research Foundation) revela que 84% das empresas continuam investindo em experiências e recompensas, mesmo em cenários econômicos desafiadores.
Por quê? Porque experiências geram emoções duradouras, e emoções constroem relacionamentos.
O ROI do engajamento não está no prêmio, está no sentimento que ele desperta.
Quando uma ação de incentivo é pensada para emocionar, ela deixa de ser uma tática e passa a ser parte da cultura da empresa.
Menos barulho, mais valor
Com um fim de ano mais contido, a PwC aponta que 84% dos consumidores pretendem gastar menos. Isso não significa menos oportunidade, mas um público mais seletivo e atento à coerência das marcas.
Você quer ser lembrado pela promoção que fez ou pelo impacto que gerou? Em um mercado saturado, vence quem entrega valor emocional: presença, atenção e empatia.
Emoção e estratégia, o novo equilíbrio
2026 será o ano das marcas que unirem razão e emoção, planejamento e propósito, estratégia e sensibilidade. Não basta comunicar. É preciso tocar as pessoas de verdade.
Quem entende o que move as emoções hoje constrói a lealdade de amanhã.
Quer transformar emoção em resultado?
Fale com a Roda Trade e veja como unir estratégia, incentivo e propósito em 2026.